sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Amor vs. Ódio

Amor Vs. Ódio

ok... não tenho aparecido aqui. Na prisão Federal consegui arranjar espaço e tempo para postar aqui mais uma merda.


Analisemos a seguinte frase:


“O amor nasce em áreas do cérebro, que são iguais ao do ódio”.



Muitos macacos burros de merda, ao terem lido esta teoria vêm dizer que o amor é um sentimento igual ao ódio. Ou são sentimentos idênticos, sentimentos com a mesma forma etc. NÃO É!! Parecem aqueles analfabetos que dizem que só usamos 10% do cérebro… Ya… nunca vi ninguém a ter um acidente, decepar uns… digamos… 70% do cérebro… e essa pessoa continuar viva… talvez tenham tido azar porque são sempre os mesmos 10% funcionais a foderem-se… bem… um mito estúpido… falo por mim… eu uso 100%... pelo menos quando não estou sob influencias de drogas.


O mesmo se está passar com esta história do amor-ódio… mais um mito que nasceu… “quem odeia uma pessoa… ama essa pessoa…”

A realidade é que um estudo diz, e demonstrou, que quando exercemos estes dois sentimentos, o cérebro manifesta actividade nas mesmas áreas. Ora.. Vejamos… eu quando abro o Word, o processador do computador trabalha usando determinados recursos físicos, mas quando usamos o power point, usamos os mesmos recursos físicos. Os programas têm funções diferentes, mas usam o mesmo processador...

Ora, para esses burros, amor é igual a ódio, mas a verdade é que um pode induzir outro, existe realmente algo similar. Ora vejamos, o ódio pode foder muita gente, e no amor também se “fode” gente… tanto na cama como no coração.


Mas são obviamente sentimentos diferentes. Num deles, gostamos e sacrificamo-nos por alguém, no outro sacrificamo-nos se for preciso para matar ou prejudicar alguém. Num deles damo-nos, esventramos o nosso interior para que alguém esteja bem, no outro esventramos a outra pessoa para aliviarmos a dor no nosso interior. Enfim… são sentimentos intensos, do meu ponto de vista, á luz da teoria evolutiva, houve uma optimização que levou a usar os mesmos recursos físicos para sentir essa intensidade, pois como a intensidade é a mesma… os recursos neurais são iguais, são muito parecidos na sua manifestação, sendo no entanto um propósito inverso de outro…


Mas porque nosso cérebro tem sentimentos tão dispares? Porque levamos milhões de anos de evolucao e contiuamos com este processo trazendo estas formas de pensar?


Analisemos os nossos sentimentos. Caso a caso.

Tudo o que esta aqui, JÁ FOI DOCEMENTE CONFIRMADO por varias pessoas, queixaram-se da puta da linguagem sim, mas admitiram que é verdade o que está aqui escrito, pois simplesmente baseio-me nas “putas” das minhas vivencias, e nas dos outros! Ora vejamos:


No inicio, na santa inocência, uma pessoa dedica-se demasiado a alguém, mas depois vemos que isso estraga completamente a cena, depois começamos a estabelecer o equilíbrio noutras relações... começamos a "crescer"... enfim... se é que algum putedo sabe o que isso é... É preciso ser-se HOMEM, dar porrada!!!! desprezar esse gajedo!!!!! IGNORAR!!!! ANALISAR AS OFERTAS!!!!!! E elas gostam disso... Houve uma que admitiu “No amor é preciso dar e tirar”. É um jogo!


Bem tinham razão uma ou outra quando disseram que eu levava as relações como um jogo, uma competição. Tenho os sentidos humanos bem apurados e genuínos. Analisemos a expressão que desvenda no meu entender, o mistério da dualidade amor-odio desvendando também os mistérios de estes sentimentos habitarem na mesma casa, no mesmo quarto… humm…. já agora… na mesma cama… eheheheh

Amor, paixão, etc etc etc… esses sentimentos servem para uma só situação…. PARA FODER!!! (tava a ver quando é que punha este palavrão neste artigo)

Garantir a espécie! É necessário! Ora damos – amamos, mas depois tiramos – odiamos.

Na minha experiencia, senti-me sempre bem a desprezar. Um sentimento que admito e admiro. E aposto que vocês já sentiram isso! Ora… o não atender o telefone, blokear no Messenger, zangar, procurar defeitos, querer simplesmente desprezar… dá gozo! Chega-se a arranjar pessoas só para arranjar chatices… mas só depois da keka claro! Para dar tanto gozo fazer isto, é porque está no instinto. Talvez seja sadismo, algo na natureza humana e numa escala mais larga do que pensamos. O mal excita ponto final. Esses sentimentos mais negros sabem bem! E o efeito direccionado a nós também sabe bem! Sentir-mos ser desprezados dá uma certa “pica”, estimula claro! Procuramos chamar atenção da pessoa que nos despreza. Mas o cérebro para proteger-se segrega endorfinas para atenuar essa “dor” dos desprezos, daí haver uma ligação entre dor-prazer, e uma busca insaciável e confusa de prazer-dor. Mas sentimos bem, e isso é o resultado!

E o ciúme? Quem não sentiu aquele prazer? Não é um prazer igual ao conduzir um bom carro sempre a acelerar e excitarmos com o barulho do motor enquanto a gaita fica quente na ponta ao fazer uma ultrapassagem perigosa. Sei que não sou o único a tirar um pouco de prazer com esses sentimentos obscuros do ciúme, pois não sentiram um estranho prazer com ciúme? Ao sentir a “estimulação” de querer pagar na mesma moeda! QUEM FOI O FILHO/A DA PUTA QUE NÃO O FEZ? Eheheh o lado negro sabe bem! Faz parte do jogo da prociração humana… chamar atenção… dar/tirar… Isto tudo obviamente já confirmei, observei, e agora “compilo” o que vi dos outros na vida real! Isto existe! Faz parte de nós!


Se um sentimento como o ciúme fosse realmente averso e tão repugnante, não sentiríamos o que sentimos, seria uma dor como perder fisicamente alguém. Teríamos um nó na garganta. Esse nó que falo… é como transportar o caixão de alguém que nos viu crescer. Cada grama pesa... enfim… Horrível! Por mais que pensemos diferente e estejamos treinados, vamos simplesmente abaixo! É horrível ver um colega/vizinho suicidar-se na semana antes do natal. É horrível irmos ao funeral do familiar do amigo próximo que passamos bons momentos e ferias… COMO TIRAMOS E CONVENCEMOS ESSE AMIGO A NÃO OBSERVAR O CAIXAO DO FAMILIAR A SER ENTERRADO? Faz mal ver o caixão a descer, isso dá um no na garganta! Deixamos todos de ser adultos e parece que somos um só. Somos covardes por morrermos velhos... Era um puto fodasse… E por mais que puxássemos o braço dele, ele continuava a observar o caixão do pai a descer. Não kis falar a ninguém nesse fim de semana! Não kis falar a mais ninguém na semana onde eram só gramas. Kando sentimos o sabor salgado das lágrimas em conjunto com um nó, e parece k de repende a temperatura baixa…. Isso é o vácuo… isso é a dor de perder alguém… isso é horrível, isso é…. Enfim…. O que o ciúme não é! Eheh…


Perder alguém “só psicologicamente” não é assim. Esses são sentimentos que geriveis, pertencem a um jogo: procriar… ou como se diz na minha terra... “ir ao pito”!

Por isso… existe uma preversidade, um prazer, talvez latente nalguns, e não muito desenvolvido noutros. Noutros sem duvida que a gestão e o ciclo de vida de uma relação é ditado “pelo politicamente correcto” da sociedade. Uma gaja andar com um gajo porque fica bem e assim o menino Jesus quis… Relações que duram tempo demais com as indevidas pessoas… Anti-natura! A natureza quer que variem os vossos genes! A natureza não quer que voçês vejam a mulher a ficar farto de vós e vós a ficarem fartos do corpo deformado dela! (Ups… tou chocar? Eheh… adoro mesmo a minha parvoíce…) Quantos homens já não foram infiéis? E mulheres? Quem já foi infiel meta a mão em cima do rato do computador! Não me fodam se estão num touchpad…

Uma pessoa ama.. mas depois, tem de ter um sentimento na mesma intensidade e vontade para contradizer, é o dar e tirar… aproxima mais as pessoas estes ciclos até finalmente haver mais nada para aproveitar, quando tudo estiver desgastado. Para abandonar alguém, tem de haver a mesma vontade que havia para aproximar. É uma questão de variabilidade genética… ouçam os vossos genes e sejam mais felizes…

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