Parte I - Leva no cú com um vibrador Mitsubishi!!!!
Ora bem, ca estamos, tudo bemzinho? Direitinho? Tudo teso excepto a carteira? Isso eh k eh preciso!! O titulo é logo a abrir… dependendo da largura do vibrador né?
Ca vai um artigo inspirado numa letra de uma musica dos Rammstein, ensaiarei sobre o casamento, namoros e quem sabe, se estiver inspirado neste sprint de escrita arcaica, ainda falo de um tema sério que tanto abordo e opino inerente á condição humana: a foda!
É necessário enquadrar-me neste contexto a nível de interacção humana, eu notei que sou um animal, pois para alem de uivar durante a lua cheia e correr nu pela praia á noite (e quando fumo ervas aromáticas corro durante o dia também), sou também difícil de enfim… aturar pessoas. Desde miúdo que não consigo lidar com autoridade. Sempre odiei policias. Sempre desafiei as ideias dos outros, os outros, e quando não tou bem com algumas essências de personalidade, o mínimo será abandonar as pessoas, simplesmente porque achar essas amostras de primatas primitivos um desperdício de tempo, é um desperdicio lidar com certas pessoas e com as ideias delas. Largo tudo sem avisar, pois avisar e justificar, é um desperdício de tempo, e acima de tudo, mantenho a honra, ou seja o que for que penso que isso seja. Cá está outro problema, a sensação de superioridade que sinto, escolho os amigos dando-me e só saindo com quem eu acho merecedor sendo fiel a esses, e conto-os com os dedos de uma mão de um amputado de uma serralharia, não faço fretes, tendo deste modo a perfeita ilusão de um mundo perfeito á minha volta, pois a quem eu desgosto… depois de tiradas as primeiras medidas… ofereço um bilhete só de ida para Bratzlava, e quem não gosta, que leve no traseiro com um vibrador Mitsubitshi de três velocidades!!!!
Qual a melhor forma de viver? Visto o humano ser poligâmico, manter uma só mulher causa fricção ao instinto, originando muita guerra e confusão no cérebro primitivo humano. Numa observação e dialogo com casais experimentais (mesmo casados), deu para constatar que a “fartura” existe, e não é nas fodas (para mal do homem)… por isso… o ideal é variar… como eu digo: uma dieta nómada, comer uma aki e como outra ali… e assim por aí fora… vai-se comendo...
Parte II - Os homens são todos iguais…
Visto as mulheres serem como os autocolantes ou tatuagens de oferta da chipicao… arranja.se uma, a coisa até cola, passado algum tempo quando a coisa até chateia, aplica-se um bocado de cuspe e álcool e tiramos fora, querendo logo outra, para isso temos de comprar o chipicao obtendo o cromo(a), depois disso, temos de levar com a merda do bolo recheado com chocolate.
Há muitos bolos de outros que se vão comendo... fico com a tatuagem e os outros comam o bolo que por mais perfeito que pareça no inicio, nunca o é, mas desse bolo, verdade seja dita, só queremos o cromo e não a croma… e se houver tatuagem, que sejam daquelas de colar com cuspe, pois se for permanente… é tão certeiro como um tiro na cabeça… morremos por dentro um dia. Um homem só com uma mulher é como um leão enjaulado. Há uns que admitem isso… há outros que não se conformam e são apanhados com a boca na rata, (que não é do chipicao deles…) há outros que tomam a atitude mais natural e lá conseguem manter-se no anonimato, é inevitável, pois para além de chipicaos com chocolate, há muito bolo recheado que é uma tentação só com o cheiro. Dar uma trinca é certo, ou quem sabe, dar uma lambidela só no creme pois há bolos que têm um corredor bem jeitoso que merece ser passado a pano. Não engorda!! Garanto! Podem é emagrecer demasiado se foram apanhados…
Na minha opinião, os homens são todos iguais! Básicos, simples e trogloditas! Por isso é que gosto de mulheres! Uns admitem os bolos que comem, outros escondem bem escondido, outros lá se conformam e sofrem por passar pela montra da pastelaria e ter de comer o bolo recesso que deixaram em casa. Enquanto as mulheres são como os bolos, os homens são como os vinhos. Á medida que vão tendo dinheiro e mais cultura e mais rigidez mental, elas caem que nem umas putas sedentas mortinhas para lucrar uma meia hora, e no final pedem por mais meia hora, sempre alegando que gostam de nós e somos os melhores do "bordel"…
Parte III - Vá-me buscar outra vez ao inferno!
Ora podem dizer que estou muito chateado com o universo feminino e tal. Não, isso é mentira. Bem… ok…. Talvez haja alguma chatice com elas. Sim, sem dúvida! Afinal sem dúvida! Estou muito chateado com as lésbicas boas como o milho. São um desperdício! Se forem recessas vá lá que não vá, é como a reciclagem… não servem para um fim, há quem pegue naquilo, mas agora as boas?! Já não digo giras, porque as mulheres se forem feias, é meter uma bandeira na cara e foder pela pátria, de gatas, todas as mulheres são iguais. Tirando isso, estou nada chateado, aliás eu tenho amigas e respeito-as, na boa, e já sabem que eu nasci sem o fusível direito e a válvula esquerda á muito tempo que se fodeu. Por isso, eu tenho uns animais de estimação e adoro gozar com elas... Quem me conhece bem sabe infelizmente a minha natureza sádica em ver as pessoas a sofrerem mesmo. Eh pah, que posso fazer? Deus fez-me assim com estes instrumentos, eu uso-os, se está incomodado… vá-me buscar outra vez ao inferno e faça um upgrade para a próxima vida. Que puta a filosofia de ter criado o Homem com as ferramentas e emoções e mandar a boca de “podes ver mas não podes tocar”… eu pergunto então “elas podem chupar mas não podem engolir?”… Adiante… sou sádico sim, posso não ser mau, não faço mal, mas gosto de ver pessoas a sofrer, especialmente se não são inocentes… é um prazer ver certas pessoas a degenerarem-se, desprezar, mandar umas bocas, fazer com que sejam inferiores, se sintam inferiores, criar expectativas e ignorar. Já recebi o elogio de uma croma com quem andei “só podes ser sádico, só uma pessoa sádica faz isto”. Enfim… já tou com peso na consciência…
Parte IV - Sex ist ein… qualquer coisa… A verdadeira máscara do amor…
Adiante, o titulo é sex ist ein… qualquer coisa… copiei e colei… não o faço agora porque não quero tirar a mão do teclado para mexer o rato até lá acima, tou com preguiça sim. O título acima significa que o sexo é uma batalha, e o amor é uma guerra. É verdade, porque quem quer manter o mesmo parceiro(a), tem de estar constantemente em luta. Se a relação eh conflituosa e há muitas contradições, é porque é conflituosa e há contradições, senão, é porque é muito calma e muito pacífica… enfim… resumindo, nunca estamos bem, parece que dentro da cabeça temos linhas de código que ordenam-nos para variar as parceiras/os, a pessoa ideal para nós é quem nos consegue aturar por muito tempo, ponto final! E também ser jeitosa vá lá… além da pessoa ideal, a relação perfeita e duradoura, é aquela onde o homem consegue esconder os pastéis de nata que come da pastelaria ao lado, isto é que é a verdadeira máscara do amor. Os humanos estúpidos tentam definir amor… e confundem com paixão. Ora, eu vou acabar com as dúvidas e separar tudo: Amor é sangue que está na cabeça de cima, paixão é o mesmo sangue que desceu para a cabeça de baixo. Paixão não passa de pirokada. E amor é apenas um sinónimo para a palavra “sacrifício”. Ou encontramos uma pessoa em que estamos dispostos a sacrificar alguma coisa, ou então nem vale a pena. Sacrifícios como ir ás compras com uma mulher, se é amor, vamos e damos opinião com um sorriso na cara, senão… é sacrifício na mesma… mas no final não valeu a pena. Aqui aplica-se o meu ditado:
“Ir ás compras com a mulher é grande seca,
o que um homem faz por uma queca…”
Parte V - Teoria da Cona Calibrada – As mulheres são como os cigarros.
Existe uma teoria formalizada pelo mítico xeu: o Zé anão, sobre a “Cona Calibrada”. Ele outrora disse que, uma relação para durar muito, tem de ter uma “ cona calibrada”, pois chega a uma altura, em que tanto o homem como a mulher indagam sobre o porquê de continuarem a aturar-se um ao outro. Ora bem, vejamos o exemplo do lado de um homem hetero: num lado da balança temos a paciência em aturar a parceira, as chatices, as secas, as mudanças de humor, o aperceber que a outra pessoa é isto e aquilo, andar com a corda ao pescoço de andar ás escondidas fazendo isto e aquilo… enfim… todo este sacrifício natural de um homem está num prato da balança… no outro prato o que está? Pois isso depende da altura da relação, no inicio basta uma pena leve para equilibrar a balança de todas as xatices. Parece até nem haver chatices, é a fase hipócrita da relação, mas á medida que se evolui, o prato enche-se de chatices… resultado: no outro lado da balança tem de estar o órgão feminino em vez da pena, e este tem de conseguir equilibrar todas as chatices, ou seja… a Cona tem de estar Calibrada com as chatices, á medida que as chatices aumentam e a calibração está a falhar… pumba… a balança desiquilibra-se e vamos para outra aventura. As chatices se caem de forma drástica e volumosa num dos lados da balança, esta desiquilibra-se tão rápido que funciona como uma catapulta atirando a cona para o caralho… Evolução!
Não passa mais do que isto, chega a um ponto em que mesmo que ambos estejam a ajudar-se emocionalmente e financeiramente, ate podem morar juntos, enfim, coisas que até se faz com um cão, mas… sabemos bem que foder com um cão é lixado! Primeiro que se consiga segurar nele é obra! Penso eu!! Ouvi dizer… Mesmo fazendo estas coisinhas juntas, por mais tempo que se tenha passado, tem de se mudar de parceiro… E muitas das vezes os primatas bípedes descendentes de macacos armam-se a desafiar o instinto e continuam a morar juntos… enfim… é porque na relação pelo menos há uma Cona Calibrada… ou pasteis de nata…
Nesta altura deverão estar a pensar que após eu falar tanto de pasteis e de bolos, devo ter um contrato com a panic. Não, ok… vamos lá ver…. comparei até aqui as mulheres com pasteis e bolinhos cremosos, mas semanticamente
as mulheres são como um cigarro… fuma-se… e ardeu!!! É para deitar fora!!!! É assim que qualquer homem pensa. É a verdade e não há quem negue… excepto os que fumam grandes charutos… apenas duram mais… enfim… no maço haverão sempre mais cigarros… sempre mais maços á venda… e muitas vezes cravamos cigarros que são de outro homem… por isso…
se um homem insiste em fumar sempre o mesmo cigarro… acaba por ficar a fumar uma “beata”…
No fundo... e independentemente do cigarro... são todas vira o disco e toca o mesmo...
Parte VI – The Times Are Changing
Os tempos mudam, tudo muda. Um granda Engenheiro, me
u antigo professor outrora disse:
“A partir de uma certa idade, é impossível uma pessoa mudar, a única coisa que podemos mudar são as atitudes”
Ora nem mais. Quem sabe isto tão bem como eu, acaba por ver o mundo como um lugar triste, pois se lidamos com uma pessoa com mais de 20 anos (aproxidamente), sabemos que ela não muda. Os seus medos, a sua maneira de observar o mundo, a sua confiança… practicamente já está construída. Não há regra numérica, nenhum numero que defina uma idade, esta é aproximada, por isso é escusado os leitores mais burrinhos estarem a fazer contas para ver se seus filhos vão mudar ou não, ou se faltam dois meses ou três, isso é algo muito intrínseco, e cada caso é um caso.
Por isso, após uma pequena conversa aberta, vejo o que a pessoa é. Não poderei prever as atitudes, mas sei o material que esta é feita. Eu sempre defini que os humanos são como o barro, enquanto estão frescos conseguimos moldar, mas á medida que o tempo avança, este seca, e a forma que adquiriu será definitiva. Quando lido com uma rapariga, não posso esperar que esta mude a sua forma, nem tão pouco esperar que ela espere que eu mude a minha maneira de ser. Hipocritamente tentei fazer isso no passado, mas enfim, obviamente não resultou. Comecei a sentir melhor comigo mesmo quando aceitei a minha natureza e não tentei mudar para agradar uma puta ou quê, nem arranjar desculpas para os meus imensos defeitos. Sabe bem saber quem nós somos e viver connosco mesmos. Sabe bem aceitar os defeitos e viver-mos como somos, não enganarmo-nos a nós e á outra pessoa só porque esta gostaria de ter um up-grade no parceiro. Tenho defeitos e tenho de viver com eles. Pedir que eu mude coisas que podem ser simples para a maioria das pessoas, são impossíveis para mim, tal como é impossível para as outras pessoas mudarem certas características. Aceito as diferenças de algumas pessoas, pois consigo viver com essas diferenças, por isso, quem é acima de tudo meu amigo, aprendeu a viver com as minhas manias, manias que os outros também têm, se não forem estas serão outras… ninguém é perfeito. É um crime pedir alguém para mudar, por isso, se não gostamos do “Cognoma” de uma pessoa… é pena..., a única hipótese que temos é oferecer um bilhete só de ida para Bratzlava, pois se não gostamos da maneira de viver dessa pessoa no presente, nunca iremos gostar, e garanto que não é por mudar as atitudes que essa pessoa será uma pessoa melhor para nós.
O titulo desta parte é “The Times Are Changing”, que é como dizem os franceses “os tempos estão a mudar”, (pelo menos os que sabem falar Inglês). Este título é o nome da música que inicia o filme Watchmen. Foi um momento particular porque comecei a unir certas peças do puzzle e começar a querer “mudar” pois não estava bem. Quando Doctor Manhattan “despede-se” da sua parceira, um dos seus “replicados” diz que ela vai voltar, e ele próprio disse “não vai não…”, essa frase passou a ser um desejo para mim por extrema necessidade.
Os tempos mudam, nós não mudamos a nossa essência, uns tentam mudar vivendo infelizes, outros recusam-se a mudar… independentemente do que possam perder á sua volta… ou ganhar... isto é necessário. É necessário para garantir a sobrevivência e variabilidade genética. Se estamos sempre a mudar, nunca teremos um “poiso”, uma estrutura mental para começar e erguer algo. Tal como umas escadas, construímos nossa vida degrau a degrau, mas se o solo onde as escadas estão situadas estiver sempre a mudar, o caminho por essas escadas torna-se algo instável, podendo haver uma derrocada. Ao mudarmos de parceira, algo já discutido anteriormente, visto a poligamia estar inerente ao modo de pensamento do ser humano, (assim eu e outros milhões defendemos), á medida que os tempos mudam, mudam as relações, por necessidade, de modo a garantir uma espécie geneticamente variada.
Tentar sobreviver a estas mudanças… ou melhor… tentar resistir a estas mudanças, torna-se numa guerra e batalha quase impossível de manter, ou pelo menos, no final não é gratificante e estimulante, e do meu ponto de vista (e de outros milhões) é um esforço patético.
O mais patético são os homens como eu, continuarem fascinados pela mulher, para mim elas são uns anjinhos... sem asas... mas sempre divinais... continuarei sempre atrás de uma boa batalha pois vale sempre a pena enquanto valer a pena,
Sexo é batalha e o amor é guerra… eu diria que sexo é dar no cú e amor é levar na cabeça…
Obrigado a todos.







