Pensavam que eu tinha morrido? Ahahaha matar-me é fodido! Estou de volta e com a piça mais rija que o costume!! Passou-se mais um dia dos namorados. Coisa linda. Até há um dia de pretexto para fazer amor… por falar em fodas… debrucei-me sobre uma xaxada que venho discutir há uns tempos com a malta: venho provar que o amor não existe!
Recentemente estive a ver um filmezinho onde uma sereia foi lançada ao mundo para provar ao seu pai que amor existia. PUTA QUE HADE PARIR A XAXADA DE FILME. Sereias não existem! E se existissem não sei porquê tanto alarido com akelas putas com rabo de peixe. Aquelas merdas nem cona têm. Foder debaixo de água é uma foda do caralho. E homem que é homem não gosta de peixe… fodasse… a melhor parte da mulher (o cú e cona) tinha de ser a parte que fica peixe! Enfim…. Tal como as sereias são ficção, o amor também o é. Por isso bem ela metia o “rabo entre as pernas” pois provaria nada…
Cientificamente podemos quantificar tudo. Até o ar. Existem sete unidades básicas de medição, o segundo para o tempo, a mol para os átomos, candella para a luz, volt para a tensão eléctrica e por aí fora…. Tudo pode ser medido, desde que exista… mas o amor? Hum eu estive convencido estes anos todos que o am
or existia. Não por experiencia directa mas porque via em filmes etc etc etc. mas o filme patético da sereia fez-me pensar. “como posso provar que o amor existe?”, tanto pensei que cheguei a uma conclusão cientificamente válida: “O amor não é quantificável… logo não existe.”
Mas então porque muitos atrasados continuam com musiquinhas e historinhas sobre essa falsidade induzida na cabeça das pessoas? A resposta é simples: porque são mesmo atrasados.
Uma discussão recente sobre este assunto acendeu com uma rapariga. Disse ela para a tomar como exemplo. Eu pedi para que não usasse como exemplo. Podem ser chocantes algumas afirmações eheheh eu falei que a minha opinião sobre as relações humanas é nada mais baseada naquilo que vejo no dia a dia. Um homem e uma mulher conhecem-se, até podem manter monogamia durante um tempo mas depois... o interesse desaparece! Sempre vi isso! É como disse antes, a partir daí é uma batalha, uma guerra. Todos os dias a lutar pelo mesmo. Na minha opinião, essa batalha é insustentável, rídicula e acima de tudo anti-natural!!!
A religião sempre tentou impor as suas regras: um par homem-mulher, mas a natureza não funciona assim. A natureza manifesta-se sempre. ACHO RIDICULO QUANDO VEM UMA PESSOA DIZER QUE, COM ELA VAI SER DIFERENTE. Durante milhares de anos de existência o instinto foi sempre o mesmo: FODER, e agora há alguém que vai mudar? É verdade que uma relação pode durar muito, mas é uma batalha desnecessária e contra o código instintivo. Por isso… durante a história e o dia a dia vemos traições, desinteresses, novas conquistas, guerras etc etc etc… porque somos humanos!
E como somos humanos temos algo mais que os animais: um raciocínio elaborado. Tão elaborado que faz filmes de coisas desnecessárias. Desenecessárias como esse tal coiso: o amor. Essa rapariga disse que eu amo de certeza mais que uma pessoa em relação ao cão. Ou vice-versa… depende da pessoa, depende do “amor”… como posso amar uma pessoa até um ponto, já é quantificável, se amo uma criatura mais que outra… torna o amor quant
ificável… será assim?
Bem… vamos la ver. Alguém de família. Amamos mais que um animal? Caso tudo corra bem com essa pessoa e com o animal claro. Existem um conjunto de instruções ligadas a uma pessoa: proteger, cuidar, estar com ela. Enfim, instruções instintivas que criam uma comunidade, e qual o propósito? Manter a coesão dos elementos de uma espécie numa comunidade… e ser possível procriar. Aumentar o numero de elementos de uma espécie! Tudo se resume a isso… numero de elementos! O maior!! Basta reparar noutros animais…
Quando passamos algum tempo com uma pessoa e gostamos dela, é natural que tenhamos medo de a perder. Mas isso faz parte dessas instruções de comunidade. Somos máquinas biológicas e tentamos sempre fazer da figura humana uma criatura que tem um sentimento que move montanhas. Até agora vi foi pessoas a levarem com montanhas na tromba e não o contrário. Enfim… o ódio… é qua
ntificável? Não há unidade para o medir. É uma reacção a uma adversão do meio. Uma pessoa com ele ferve. Juntando á raiva, torna-se excitante, estimulante, faz-nos sentir bem, sentir senhores do universo, enfim…. Por isso nações inteiras odeiam-se… porque isso é BOM. Sabe bem. Eu admito. Voçês admitem? Poderia dizer que o ódio quantifica-se pelo número de bombas que se largam, e o amor quantifica-se pelo número de fodas que se dá… mas vamos ver… de todas as fodas que dei, elas foram mecânicas, é como beber água para satisfazer a sede, e nunca armei bombas na minha cave... pois não tenho cave. Por isso, no meu universo o amor não é quantificável bem com o ódio. Ambos não existem. Apenas existem as acções consequentes a linhas instintivas e bem definidas, e como não encontramos forma de as definir, usamos conceitos muito vagos como amor/ódio. Eu teimei em deixar clara a definição de ódio pois…. Essa é de todas a mais real, a que fica em nós, pois todas as acções que me definiram excitação, entusiasmo, enquandra-se no ódio, na raiva. Dizer que o amor existe é tão ridículo como dizer “eu amo-te” após o primeiro encontro. Pelo menos é tão real quanto isso. A única vez e última que disse isso, foi pró frete, pois estava a ver que a puta da xaga não fodia comigo enquanto não o dizia.
Os animais preocupam-se com os outros, com os filhos, com os seus semelhantes porque assim o cérebro diz. É como uma obrigação a que não escapamos. Um casal diz amar-se porque há linhas de código escritas na mente que ditam que deve-se cuidar um do outro… devem foder, por isso aproximam, paixão, quando esta acaba… amor… isto é…. Um conceito lacto que nem tem definição…. Não há
definição do porquê andarem juntos.
Amor não passa de um conjunto de substâncias no cérebro, nomeadamente oxitocina em conjunto com endorfina, dopamina etc, bem como o ódio e raiva também têm a mesma natureza. Logo, podemos quantificar o amor em dcl.. consequentemente, em litros, logo, se o amor é quantificável, é ao litro?… Não! Não é o amor, é apenas um conjunto de substâncias químicas na cabeça… existe nenhuma magia. É isso que nos resumimos! Máquinas biológicas!
Enfim, é a minha opinião, e a de milhões. Sejamos honestos meus conas de merda… este texto é o que melhor define o mundo de hoje não? Eheheheeheh
Se o amor existisse, esse sentimento mágico e de união, e não falo entre um casal, acho que seria mais confortável respirar ar. Vejo por todo o lado pessoas que acham normal ignorarmos os problemas. Torna-se fácil fechar os olhos a uma pessoa q
ue peça esmola. Torna-se fácil e normal ver na TV pessoas a passarem fome. Torna-se normal fazer uma rotina de levantar, trabalhar, comer, tomar banho e dormir, sem dar um único abraço. Torna-se normal rejeitarmos as pessoas ao lado para termos espaços para nós mesmos porque as coisas correm mal e não sabemos porquê. A solidão acaba por ser uma companhia, a apatia torna-se uma companhia. O mundo está doente. E se nós fossemos essas criaturas mágicas com “amor”… o amor não deveria ser uma defnição para só para o acto de FODER! Pois é isso mesmo que resume-se o ser humano. A definição de amor, deveria estender-se a outros bens. E qando digo "deveria" digo pa fazer, e não dizer num discurso ao estilo Miss Universo. lol as coisas deveriam ser mais ao estilo “To protect and serve”. 
Ainda vêm chapar-me á cara que há vários niveris de amor? Se não conhecem outros pela pratica? Vários níveis de amor para foder? E como gostam dos pais vêm dizer que há vários níveis de amor e que compreendem isso... lol para que gasto teclado a escrever isto. O que vale temos os heróis da marvell...
Minha mensagem final é simples: Nós somos bípedes de merda que descendem de uma espécie que andava pelas árvores. A única coisa que mudou é que já não andamos nas árvores.
