quarta-feira, 27 de maio de 2009

Instinto Fatal

Sempre defendi que o ser humano é poligâmico. Basta olhar para as estatísticas de homens infiéis, historicamente o evento de muitos actos, a maneira primitiva como funciona o cérebro de um humano.. o instinto é o instinto… o ser humano existe para o cumprir… choque as relegioes e as sensibilidades que chocar… eu tenho razão e não há quem me contradiga. Veio a igreja e disse que um homem deve ter uma mulher… ate apoio a afirmação acrescentando: um homem deve ter uma mulher… de cada vez… afinal so há uma gaita, e so se pode usar vez á vez…

Não quero dizer que os homens sejam todos infiéis, nada disso! Estaria a chocar algum pessoal que lê isto! Please… todos sabem que não é isso que quero.

Digamos que 90% dos homens já cometeram uma infidelidade/cometem… bem… os restantes 5% são gays, e os outros são padres. Mas visto os padres andarem também á pirocada, posso dizer que 5% dos homens serão fieis (ou digamos que estes 5% talvez sejam simplesmente a margem de erro estatística), mas digamos que serão fieis, quer seja por escolha própria, quer seja por ainda não se terem farto da parceira.

Antes de mais devo definir poligamia. Eu defino como duas vertentes, a suficiente e a insuficiente.

A suficiente é quando um homem tem várias parceiras ao mesmo tempo, e vice-versa, pois isto aplica-se também ás mulheres.

O conceito de infidelidade é uma mera semântica temporal. Nesta época é grave… mas o instinto é agudo… p

or isso o ser humano cumpre a sua função para o qual está destinado. O homem é infiel pois é poligâmico suficiente, ao mesmo tempo roda várias parceiras… ou uma de cada vez, mas socialmente mantém a relação, não necessita de ser em bacanal… não é natal todos os dias… numa semana roda no mínimo duas, em tempos separados.

Poligamia insuficiente, é quando um homem tem uma mulher de cada vez, isto é, uma relação de cada vez. Possui uma parceira a tempo inteiro, mas acaba com essa, passando á seguinte e por aí além.

Baseei-me em simples factos da natureza e observações de impulsos do organismo. Os animais são maioritariamente poligâmicos suficientes. São uns sortudos, fodem uma e depois fodem outra, sempre a rodar até que os óvulos sejam fecundados de modo a garantir que a espécie prossiga. Biologia simples não?

Mas existem animais monogâmicos, como por exemplo algumas espécies de papagaios! Podem manter a mesma parceira durante quarenta anos!

Digamos que biologicamente a natureza encontra um equilíbrio entre o tipo de relação fódica que o animal manterá de modo a que: o tempo de incubação, os anos que o animal vive, o tempo que o filho demora a crescer e a atenção que necessita d

os cuidados parentais até atingir independência, sejam factores que decidam se vale a pena manter a mesma parceira, ou se é necessário rodar de parceira para que haja sucesso biológico (e não religioso).

Visto o ser humano naturalmente durar pouco tempo, não compensa manter a mesma parceira. Os humanos em tenra idade já têm habilidades motoras e mentais para se desenrascarem e incluindo ter relações sexuais. NAO ME REFIRO A PEDOFILIA, REPUDIO ISSO, mas vejamos, nos tempos ancestrais, com idade tenra ja se davam tracadas, e ate nos estados unidos, a idade de "menor" varia de estado para estado e é uma discussao k nao vou ter. Nos dias de hoje é que existem conceitos como adolescência infância etc… e vida prelongada, e defendo estes conceitos claro, pelo menos a proibição de trabalho infantil. Ora, o modelo que eu defendo, (seriam muitas madammes á volta claro), mas o tipo de trabalho la

boral que um humano mantém, muitas vezes nem dá para aturar uma!!!! O nível cultural é que decide tudo. Parece estranho um invíduo defender poligamia nesta civilização, mas há umas que têm esta modalidade, existem grupos ocidentais que são poligâmicos, isso é possível!!!! São todos do mesmo grupo, é um grupo coeso, ajudam-se a nível monetário e a nível de desenvolvimento. Vêem os filh

os a crescerem juntos, trocam ideias e impressões juntos.

Variam os parceiros, as vivencias entre eles. Evitam dores de coração, evitam que os filhos sejam submetidos á puta da estúpida separação, e dos mais importantes factores: sendo o grupo coeso que se conheçam bem, evita proliferação de doenças pois o desejo de outras parceiras diminui e evita que se fartem uns de outros como acontece em casais.

Em relação ás doenças, bem… quer sejam poligâmicos e monogâmicos a merda vem ao de cima. Poligâmica não é uma solução certamente, mas para descanso da minha alma ou seja lá o que tenho aqui dentro, quis colocar esse factor.

1 comentário:

  1. Interessante...

    Dê uma olhada nesse tópico meu.

    http://insilasbrain.blogspot.com/2010/07/uma-duvida-sobre-o-conflito-entre.html

    Fala sobre o mesmo assunto, mas com uma abordagem da psicologia Analítica de Jung.

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